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HOMILIA DIÁRIA - PAPA FRANCISCO

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Liturgia Diária Comentada 16/06/2017 sexta-feira

10ª Semana do Tempo Comum - 2ª Semana do Saltério
Prefácio Comum - Ofício do dia
Cor: Verde - Ano “A” Mateus

Antífona: Salmo 26,1-2 O Senhor é minha luz e minha salvação, a quem poderia eu temer? O Senhor é o baluarte de minha vida, perante quem tremerei? Meus opressores e inimigos, são eles que vacilam e sucumbem.

Oração do Dia: Ó Deus, fonte de todo bem, atendei ao nosso apelo e fazei-nos, por vossa inspiração, pensar o que é certo e realizá-lo com vossa ajuda. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém!

Primeira Leitura: 2ª Carta de São Paulo aos Coríntios 4,7-15

Irmãos, trazemos esse tesouro em vasos de barro, para que todos reconheçam que este poder extraordinário vem de Deus e não de nós. Somos afligidos de todos os lados, mas não vencidos pela angústia; postos entre os maiores apuros, mas sem perder a esperança; perseguidos, mas não desamparados; derrubados, mas não aniquilados; por toda a parte e sempre levamos em nós mesmos os sofrimentos mortais de Jesus, para que também a vida de Jesus seja manifestada em nossos corpos. De fato, nós, os vivos, somos continuamente entregues à morte, por causa de Jesus, para que também a vida de Jesus seja manifestada em nossa natureza mortal. Assim, a morte age em nós, enquanto a vida age em vós. Mas, sustentados pelo mesmo espírito de fé, conforme o que está escrito: “Eu creio e, por isso, falei”, nós também cremos e, por isso, falamos, certos de que aquele que ressuscitou o Senhor Jesus nos ressuscitará também com Jesus e nos porá a seu lado, juntamente convosco. E tudo isso é por causa de vós, para que a abundância da graça em um número maior de pessoas faça crescer a ação de graças para a glória de Deus. - Palavra do Senhor.


Comentário: Todos nós sentimos por vezes nossa pequenez e fragilidade, por diversos motivos., internos e externos. Em tais momentos podemos humanamente sentir-nos perturbados, porém exatamente então devemos confiar em Cristo. Saibamos que no sofrimento participamos em sua paixão para participar em sua vida, que sofrendo comunicamos vida aos outros; por isso, nem a pequenez nem a imperfeição devem impedir-nos de dar a Cristo, do melhor modo possível, o testemunho de palavras e ações. Se ao praticar o bem, nos sentimos frágeis, e os que praticam o mal nos parecem fortes, estejamos certos de que a verdadeira força é a de Cristo, que opera através da fraqueza humana, para que daí advenha maior glória para Deus. Cristo morreu para comunicar a vida! Hoje a Igreja (nós) vive entre contrastes: deve anunciar a vida num mundo que mata os homens e acredita que Deus “morreu”; deve proclamar o amor no meio do ódio, a fraternidade entre as lutas de classe... Não pode confiar em sua pequenez, mas em Cristo. (Comentário Bíblico - Edições Loyola)

Salmo: 115,10-11. 15-16. 17-18 (R. 17a)
Oferto ao Senhor um sacrifício de louvor

Guardei a minha fé, mesmo dizendo: “É demais o sofrimento em minha vida!” Confiei, quando dizia na aflição: “Todo homem é mentiroso! Todo homem!” É sentida por demais pelo Senhor a morte de seus santos, seus amigos. Eis que sou o vosso servo, ó Senhor, vosso servo que nasceu de vossa serva; mas me quebrastes os grilhões da escravidão! Por isso oferto um sacrifício de louvor, invocando o nome santo do Senhor. Vou cumprir minhas promessas ao Senhor na presença de seu povo reunido.

Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 5,27-32

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Ouvistes o que foi dito: ‘Não cometerás adultério’. Eu, porém, vos digo: Todo aquele que olhar para uma mulher, com o desejo de possuí-la, já cometeu adultério com ela no seu coração. Se o teu olho direito é para ti ocasião de pecado, arranca-o e joga-o para longe de ti! De fato, é melhor perder um de teus membros do que todo o teu corpo ser jogado no inferno. Se tua mão direita é para ti ocasião de pecado, corta-a e joga-a para longe de ti! De fato, é melhor perder um dos teus membros, do que todo o teu corpo ir para o inferno. Foi dito também: ‘Quem se divorciar de sua mulher, dê-lhe uma certidão de divórcio’. Eu, porém, vos digo: Todo aquele que se divorcia de sua mulher, a não ser por motivo de união irregular, faz com que ela se torne adúltera; e quem se casa com a mulher divorciada comete adultério”. - Palavra da Salvação.

Comentários:

O valor da pessoa humana não pode ser diminuído em hipótese alguma. O Evangelho de hoje nos mostra o valor da pessoa como motivação para a vivência plena da Lei. Não é porque eu não fiz nada que eu não desrespeitei. Jesus não quer apenas ato, ele exige de nós uma postura evangélica de quem é capaz de ver o outro e a outra como seres criados à imagem e semelhança de Deus, mas também como renascidos em Cristo para uma vida nova, membros do Corpo Místico de Cristo, unidos a Cristo como o ramo está unido à videira, Templos vivos do Espírito Santo e como consagrados pela graça do Batismo, ou seja, pertencentes ao Pai, amados e amadas por ele e que devem ser respeitados e valorizados. (CNBB)

Numa sociedade onde a mulher era inferiorizada, Jesus reinterpretou o mandamento de não cometer adultério buscando inculcar no discípulo do Reino um profundo respeito por ela. E o fez condenando a atitude interior, que transforma a mulher em objeto de cobiça e maus desejos, mesmo antes de transformar o pensamento em ato. Embora o ato não seja concretizado, a transgressão do mandamento se consuma se o indivíduo dá livre curso a seus pensamentos depravados. Diante desta eventualidade, o discípulo do Reino deve ser rigoroso consigo mesmo e cortar o mal pela raiz. As duas imagens usadas por Jesus para ilustrar esta disposição são fortíssimas. Ele falou de arrancar o olho direito e cortar a mão direita e jogá-los fora caso se transformem em ocasião de pecado. Jesus falava numa perspectiva de juízo final. O discípulo do Reino, ao violar o mandamento de Deus, deveria ter em vista sua sorte eterna. Conservar algo que se transformou em ocasião de pecado e pode levar à condenação é insensatez. É melhor privar-se dele e ser salvo, do que conservá-lo e ser lançado na ruína eterna. Essa releitura do sexto mandamento esta relacionada com a bem-aventurança da pureza de coração. Só o coração não pervertido pela maldade pode olhar para uma mulher de maneira respeitosa, sem convertê-la em objeto de pensamentos maliciosos. (Padre Jaldemir Vitório/Jesuíta)

Fonte: CNBB - Missal Cotidiano (Paulus)

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Ricardo Feitosa e Marta Lúcia
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