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HOMILIA DIÁRIA - PAPA FRANCISCO

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Liturgia Diária Comentada 02/07/2017 17ª quarta-feira do Tempo Comum

Primeira Leitura: Livro do Êxodo 34,29-35

Quando Moisés desceu da montanha do Sinai, trazendo nas mãos as duas tábuas da aliança, não sabia que a pele de seu rosto resplandecia por ter falado com o Senhor. Aarão e os filhos de Israel, vendo o rosto de Moisés resplandecente, tiveram medo de se aproximar. Então Moisés os chamou, e tanto Aarão como os chefes da comunidade foram para junto dele. E, depois que lhes falou, todos os filhos de Israel também se aproximaram dele, e Moisés transmitiu-lhes todas as ordens que tinha recebido do Senhor no monte Sinai.  Quando Moisés acabou de lhes falar, cobriu o rosto com um véu. Todas as vezes que Moisés se apresentava ao Senhor, para falar com ele, retirava o véu, até a hora de sair; depois saía e dizia aos filhos de Israel tudo o que lhe tinha sido ordenado. E eles viam a pele do rosto de Moisés resplandecer; mas ele voltava a cobrir o rosto com o véu, até o momento que entrava para falar com o Senhor. - Palavra do Senhor.


Comentário: Moisés avizinhou-se de Deus, falou com ele; Deus lhe deu "lei", que é fonte de santidade (Ex 20,1-17 Dt 5,6-22). A "glória" de Deus reflete-se em seu profeta, o rosto de Moisés "irradia". Quem se encontrou com pessoas verdadeiramente santas, como o papa João XXIII, viu uma luz interior transparecer-lhe no rosto, algo indescritível que manifesta uma especial presença de Deus. E isto pode acontecer com todos. O salmista sugeria: "Olhai para Deus e sereis radiantes, não serão confundidas vossas faces" (Sl 33,6). Paulo contrapõe ousadamente a Moisés, mediador "luminoso, mas velado", a "glória do Senhor" que se reflete "como em espelho" também em nós, que o olhamos "de rosto descoberto": somente Cristo tira o véu que nos cobre (2Cor 3,7-18). Cristo é "velado" só para quem o recusa; quem o aceita vê o glorioso esplendor de sua face (2Cor 4,1-6; Cl 1,15; Hb 1,3; Jo 8,12). (Missal Cotidiano)

Salmo: 98, 5. 6. 7. 9 (R. Cf. 9c)
Santo é o Senhor nosso Deus!

Exaltai o Senhor nosso Deus, e prostrai-vos perante seus pés, pois é santo o Senhor nosso Deus! Eis Moisés e Aarão entre os seus sacerdotes. E também Samuel invocava seu nome, e ele mesmo, o Senhor, os ouvia. Da coluna de nuvem falava com eles. E guardavam a lei e os preceitos divinos, que o Senhor nosso Deus tinha dado. Exaltai o Senhor nosso Deus, e prostrai-vos perante seu monte, pois é santo o Senhor nosso Deus!

Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 13,44-46

Naquele tempo, Jesus disse à multidão: O Reino dos céus é também semelhante a um tesouro escondido num campo. Um homem o encontra, mas o esconde de novo. E, cheio de alegria, vai, vende tudo o que tem para comprar aquele campo. O Reino dos céus é ainda semelhante a um negociante que procura pérolas preciosas. Encontrando uma de grande valor, vai, vende tudo o que possui e a compra. - Palavra da Salvação.

Comentário: A relação do discípulo com o Reino deve ser de exclusividade. Em sua vida, nada pode apresentar-se como concorrente desse Reino, pois este tem a primazia em tudo, deve ser o ponto de referência para tudo, o eixo de sua existência. E tudo isto se explica como adesão e serviço total ao Reino. Jesus comparou a radicalidade desta opção com o gesto de um homem que, ao descobrir um tesouro escondido num campo, cheio de alegria vendeu quanto possuía e adquiriu aquele campo. Essa descoberta levou-o a redimensionar o valor de suas propriedades. A posse do tesouro justificava desfazer-se de tudo o mais. Outro ponto de comparação foi a atitude de um comerciante de pérolas preciosas: ao encontrar uma de grande valor, decidiu desfazer-se de todos os seus bens, só para adquiri-la. A posse da pérola levou-o a dar uma reviravolta em sua vida: todas as demais pérolas que possuía, bem como outras eventuais propriedades, pouco valor tinham para ele. A posse da pérola preciosa era suficiente para fazê-lo feliz. O mesmo se passa com o Reino. Ele constitui a alegria do discípulo, embora tivera de renunciar ao que antes lhe parecia precioso. Por causa do Reino, o discípulo é capaz de tomar decisões radicais. (Padre Jaldemir Vitório/Jesuíta)

São Pedro Julião Eymard - 02 de agosto

Fonte: CNBB - Missal Cotidiano (Paulus)

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Ricardo Feitosa e Marta Lúcia
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