Todos os sacramentos, principalmente os da iniciação cristã,
têm por fim a última páscoa do cristão, que, pela morte, o faz entrar na vida
do Reino. Então se cumpre o que ele confessa na fé e na esperança: «Espero a
ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir» (01). (CIC-1680)
I. A última Páscoa do
cristão
O sentido cristão da morte é revelado à luz do mistério
pascal da morte e ressurreição de Cristo, em quem pomos a nossa única
esperança. O cristão que morre em Cristo Jesus «abandona este corpo para ir
morar junto do Senhor» (02). (CIC-1681)
O dia da morte inaugura para o cristão, no termo da sua vida
sacramental, a consumação do seu novo nascimento começado no Baptismo, o
definitivo «assemelhar-se à imagem do Filho», conferido pela unção do Espírito
Santo e pela participação no banquete do Reino, antecipada na Eucaristia, ainda
que algumas derradeiras purificações lhe sejam ainda necessárias, para poder
vestir o traje nupcial. (CIC-1682)
