O Senhor usou para conosco de uma misericórdia tão grande
que, primeiramente, nós, seres vivos, não sacrificássemos a deuses mortos nem
os adorássemos, e levando-nos por Cristo ao conhecimento do Pai da verdade. E
qual é o conhecimento que nos conduz a ele? Não é acaso não negar Aquele por
quem o conhecemos? Ele mesmo declarou: Ao que der testemunho de mim, eu darei
testemunho dele diante do Pai (cf. Lc 12,8). É este o nosso prêmio: testemunhar
aquele por quem fomos salvos. Como o testemunharemos? Fazendo o que diz, sem
desprezar seus mandamentos, honrando-o não com os lábios só, mas de todo o coração
e inteligência. Pois Isaías disse: Este povo me honra com os lábios, seu
coração, porém, está longe de mim (Is 29,13).
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segunda-feira, 13 de novembro de 2017
domingo, 12 de novembro de 2017
Cristo quis salvar o que estava perdido
Irmãos, temos de pensar que Jesus Cristo é Deus, juiz dos
vivos e dos mortos; e não nos convém ter em pouca monta nossa salvação. Se não
lhe dermos importância, também julgaremos ser pouca coisa o que esperamos
receber. Aqueles que escutam isto como ninharias, pecam, e nós pecamos,
ignorando por que e por quem fomos chamados e para que lugar; e o quanto Jesus
Cristo quis padecer por nós.
Que lhe daremos então por paga ou que fruto digno daquele
que a si mesmo se deu a nós? Quantos benefícios lhe devemos? Concedeu-nos a
luz, qual Pai, nos chamou seus filhos; mortos, salvou-nos. Portanto, que louvor
lhe daremos ou remuneração em troca do que recebemos? Nós, fracos de espírito,
adoradores de pedras e de madeiras, de ouro, prata e bronze, obras de homens; e
nossa vida toda não passava de morte. Envoltos em trevas, com os olhos cheios
deste negrume, recuperamos a visão, desfazendo por sua vontade a névoa que nos
cobria.
sábado, 11 de novembro de 2017
Liturgia Diária Comentada 11/11/2017 31ª Sábado do Tempo Comum
Memória: SÃO MARTINHO DE TOURS - Bispo
Primeira Leitura: Carta de São Paulo
aos Romanos 16,3-9.16.22-27
Irmãos, saudai Prisca e Áquila, colaboradores meus em Cristo
Jesus, os quais expuseram a sua própria vida para salvar a minha. Por isso, eu
lhes sou agradecido; não somente eu, mas também todas as Igrejas do mundo
pagão. Saudai igualmente a Igreja que se reúne na casa deles. Saudai meu muito
estimado Epêneto, que faz parte dos primeiros frutos da Ásia para Cristo.
Saudai Maria, que trabalhou muito em proveito vosso. Saudai Andrônico e Júnias,
meus parentes e companheiros de prisão, apóstolos notáveis e que se tornaram
discípulos de Cristo antes de mim. Saudai Ampliato, a quem estimo muito no
Senhor. Saudai Urbano, nosso colaborador em Cristo, e a meu caríssimo Estaquis.
Saudai-vos uns aos outros com o beijo santo. Todas as Igrejas de Cristo vos
saúdam. Saúdo-vos eu, Tércio, que escrevo esta epístola no Senhor. Saúda-vos
Caio, meu hóspede e de toda a Igreja. Saúda-vos Erasto, tesoureiro da cidade, e
o irmão Quarto. Glória seja dada àquele que tem o poder de vos confirmar na
fidelidade ao meu evangelho e à pregação de Jesus Cristo, de acordo com a
revelação do mistério mantido em sigilo desde sempre. Agora este mistério foi
manifestado e, mediante as Escrituras proféticas, conforme determinação do Deus
eterno foi levado ao conhecimento de todas as nações, para trazê-las à
obediência da fé. A ele, o único Deus, o sábio, por meio de Jesus Cristo, a
glória, pelos séculos dos séculos. Amém!
- Palavra do Senhor.
Martinho, pobre e humilde - São Sulpício Severo
Martinho soube com muita antecedência o dia da sua morte e
comunicou aos irmãos estar iminente a dissolução de seu corpo. Entretanto,
surgiu a necessidade de ir à diocese de Candax, pois os eclesiásticos desta
Igreja estavam em discórdia. Desejando restabelecer a paz, embora não ignorasse
o fim de seus dias, não recusou partir, julgando que seria um excelente fecho
de suas obras deixar a Igreja em paz.
Demorou-se por algum tempo na aldeia e na Igreja aonde fora,
e a paz voltou para os clérigos. Quando já pensava em regressar ao mosteiro,
começaram de repente a faltar-lhe as forças e, chamando os irmãos, disse-lhes
que ia morrer. Diante disto todos se entristeceram grandemente, chorando e
dizendo, a uma só voz: “Por que, pai, nos abandonas? A quem nos entregas,
desolados? Lobos vorazes invadem teu rebanho; quem, ferido o pastor, nos
livrará de seus dentes? Sabemos que desejas a Cristo, mas teus prêmios já estão
seguros e não diminuirão com o adiamento! Tem compaixão de nós, a quem
desamparas!”
terça-feira, 7 de novembro de 2017
A missão dos cristãos na construção da paz - Gaudium
De bom grado e de todo o coração, cooperem os cristãos na
construção de uma ordem internacional em que sejam realmente observadas as
liberdades legítimas e a amizade fraterna de todos. Tanto mais porque a maior
parte do mundo ainda se debate em tão grande penúria que o próprio Cristo, nos
pobres, como que em alta voz, clama pela caridade de seus discípulos. Evite-se,
pois, de dar este escândalo aos homens: algumas nações, cujos cidadãos na
maioria se gloriam do nome de cristãos, nadam na abundância de bens, enquanto
outras se veem despojadas do necessário à vida e são torturadas pela fome,
doenças e toda espécie de misérias. Pois o espírito de pobreza e caridade é a
glória e o testemunho da Igreja de Cristo.
domingo, 5 de novembro de 2017
Apressemo-nos ao encontro dos irmãos que nos esperam - São Bernardo de Claraval
Para que louvar os santos, para que glorificá-los? Para que,
enfim, esta solenidade? Que lhes importam as honras terrenas, a eles que,
segundo a promessa do Filho, o mesmo Pai celeste glorifica? De que lhes servem
nossos elogios? Os santos não precisam de nossas homenagens, nem lhes vale
nossa devoção. Se veneramos os Santos, sem dúvida nenhuma, o interesse é nosso,
não deles. Eu por mim, confesso, ao recordar-me deles, sinto acender-se um
desejo veemente.
domingo, 10 de setembro de 2017
A sabedoria cristã - São Leão Magno
Em seguida diz o Senhor: Bem-aventurados os que têm fome e
sede de justiça porque serão saciados (Mt 5,6). Esta fome nada tem de corpóreo.
Esta sede não busca nada de terreno. Mas deseja ser saciada com a justiça e,
introduzida no segredo mais oculto, anseia por ser repleta do próprio
Senhor.
Feliz espírito, faminto do pão da justiça e que arde por tal
bebida. Na verdade não teria disso nenhuma cobiça, se não lhe houvesse provado
a doçura. Ouvindo o espírito profético que lhe diz: Provai e vede como é suave
o Senhor (Sl 33,9), tomou uma porção da altíssima doçura e inflamou-se pelo
amor das castíssimas delícias. Abandonando todo o criado, acendeu-se-lhe o
desejo de comer e beber a justiça e experimentou a verdade do primeiro
mandamento: Amarás o Senhor Deus de todo o teu coração, com toda a tua mente,
com todas as tuas forças (Dt 6,5; cf. Mt 22,37). Porque não são coisas
diferentes amar a Deus e amar a justiça.
sábado, 9 de setembro de 2017
A bem-aventurança do reino de Cristo - São Leão Magno
Após ter proclamado a felicíssima pobreza, o Senhor
acrescenta: Bem-aventurados os que choram porque serão consolados (Mt 5,4).
Estas lágrimas que têm a promessa da consolação eterna nada têm a ver com a
comum aflição deste mundo; nem tornam bem-aventuradas as queixas arrancadas a
todo o gênero humano. É outro o motivo dos gemidos dos santos, outra a causa
das lágrimas felizes. A tristeza religiosa chora o pecado dos outros ou o
próprio. Não se acabrunha porque se manifesta a divina justiça, mas dói-se do
que se comete pela iniquidade humana. Sabe ser mais digno de lástima quem
pratica a maldade do que quem a sofre, porque a maldade mergulha o injusto no
castigo. A paciência leva o justo até à glória.
sexta-feira, 8 de setembro de 2017
O que era antigo passou, eis que tudo se fez novo - Santo André de Creta
O fim da lei é Cristo (Rm 10,4), que ao mesmo tempo separa
da lei e eleva para o espírito. Nele está a consumação, pois o próprio
legislador – tendo cumprido e terminado tudo – transfere a letra para o
espírito. Assim tudo recapitula em si mesmo, vivendo a graça depois da lei. A lei,
porém, submetida; a graça, harmoniosamente adaptada e unida. Não misturadas e
confundidas as características de uma com as da outra, mas mudado de modo
divino o que era pesado, servil e escravo, em leve e liberto, para que não mais
estejamos reduzidos à servidão dos elementos do mundo (Gl 4,3), como diz o
Apóstolo, nem sujeitos ao jugo da escravidão da letra da lei.
quinta-feira, 7 de setembro de 2017
Imprimirei a minha lei em seu íntimo - São Leão Magno
Nosso Senhor Jesus Cristo, caríssimos, ia pregando o
Evangelho do reino, curando as enfermidades por toda a Galiléia, e a fama de
seus prodígios se espalhava pela Síria inteira. Grandes multidões, vindas da
Judéia, afluíam ao médico celeste. Lenta é para a ignorância humana a fé em
crer no que não vê e esperar o que não conhece. Foram precisos, a fim de firmar
na doutrina divina, os benefícios corporais e o estímulo dos milagres patentes.
Pela experiência de seu tão benigno poder não duvidariam que sua doutrina traz
a salvação.
quarta-feira, 6 de setembro de 2017
Cristo falava do templo do seu corpo - Orígenes de Alexandria
Destruí este templo e em três dias o reedificarei (Jo 2,19).
Os apegados ao corpo e às coisas sensíveis, creio, parecem indicar os judeus,
que irritados por terem sido expulsos por Jesus, acusando-os de transformarem a
casa do Pai em mercado de seus produtos, pedem um sinal. Por esse sinal devia
Jesus justificar o seu procedimento e provar que era o Filho de Deus, o que
eles na sua incredulidade não queriam admitir. Mas o Salvador ajuntou uma
palavra sobre seu corpo, como se falasse daquele templo; aos que interrogavam:
Que sinal mostras para assim fazeres?, responde: Destruí este templo e em três
dias o reedificarei.
terça-feira, 5 de setembro de 2017
A verdade do Senhor permanece para sempre
Trovejas sobre mim, Senhor, teus juízos; sacodes com temor e
tremor meus ossos todos e minha alma se apavora.
Paro atônito e considero que até os céus não são puros
diante de teus olhos (cf. Jó 15,15; 4,18).
Se nos anjos encontraste maldade e não os poupaste, que será
de mim?
Caíram as estrelas do céu (cf. Ap 6,13), e eu, pó, a que me
atrevo?
segunda-feira, 4 de setembro de 2017
Eu ensinei os meus profetas
Ouve, filho, minhas palavras suavíssimas, que superam toda a
ciência dos filósofos e sábios deste mundo. Minhas palavras são espírito e vida
(cf. Jo 6,63), não ponderáveis por humanas inteligências.
Não devem ser puxadas para a vã complacência, mas escutadas
em silêncio, acolhidas com total humildade e afeição íntima.
Eu disse: Feliz a quem instruis, Senhor, e lhe ensinas tua
lei para que o alivies nos dias maus (Sl 93,12-13) e para que não se sinta
abandonado na terra.
Eu, diz o Senhor, ensinei no início aos profetas e até hoje
não cesso de falar a todos. Porém muitos, à minha voz, são surdos e
endurecidos.
domingo, 3 de setembro de 2017
O Senhor se compadeceu de nós - Santo Agostinho
Felizes de nós, se o que ouvimos e cantamos também
executamos. A audição é nossa semeadura, e nossos atos, frutos da semente.
Disse isto de antemão para exortar vossa caridade a não entrardes sem fruto na
igreja, ouvindo tantas coisas boas sem realizá-las. Porque por sua graça fomos
salvos, assim diz o Apóstolo, não por nossas obras, não aconteça alguém se
ensoberbecer (Ef 2,8-9) pois por sua graça fomos salvos (Ef 2,5). Pois não
precedeu nenhuma vida virtuosa que Deus pudesse amar e dizer: “Ajudemos, socorramos
estes homens porque vivem bem”. Desagradava-lhe nossa vida, desagradava-lhe em
nós tudo o que fazíamos, mas não lhe desagradava o que ele mesmo fez em nós.
Por isto, o que nós fizemos, ele o condenará; o que ele próprio fez, ele o
salvará.
sábado, 2 de setembro de 2017
Enquanto adornas o templo, não desprezes o irmão que sofre - São João Crisóstomo
Queres honrar o corpo de Cristo?
Não o desprezes quando nu; não o honres aqui com vestes de
seda e abandones fora no frio e na nudez o aflito. Pois aquele que disse: Isto
é o meu corpo (Mt 26,26) e confirmou com o ato a palavra, é o mesmo que falou:
Tu me viste faminto e não me alimentaste (cf. Mt 25,35); e: O que não fizeste a
um destes mais pequeninos, não o fizeste a mim (cf. Mt 25,45). Este não tem
necessidade de vestes, mas de corações puros, aquele, porém, precisa de grande
cuidado.
quinta-feira, 31 de agosto de 2017
Tu és, ó Deus, nosso tudo - São Columbano
Irmãos, sigamos a vocação que nos chama da vida para a fonte
da vida, fonte não apenas de água viva, mas da eterna vida, fonte de luz e de
claridade; dela tudo provém, sabedoria e vida, luz eterna.
Autor da vida é fonte da vida; Criador da luz, fonte da luz.
Portanto, desprezando o que se vê e ultrapassando o mundo até as alturas dos
céus, busquemos quais peixes muito inteligentes e espertos, a fonte da luz, a
fonte da vida, a fonte de água viva, para bebermos a água viva que jorra para a
vida eterna (cf. Jo 4,14).
Oxalá te dignes admitir-me a esta fonte, Deus misericordioso,
bom Senhor, onde eu, com os que têm sede de ti, beberei da onda viva da fonte
viva de água corrente. Refeito por sua indizível doçura, esteja sempre unido a
ela e diga: “Quão doce é a fonte de água viva, donde nunca falta a água que
jorra para a vida eterna!”
quarta-feira, 30 de agosto de 2017
Quem tem sede venha a mim e beba - São Columbano
Irmãos caríssimos, prestai ouvidos ao que vamos dizer como a
algo de necessário. Contentai a sede de vossas almas nas águas da fonte divina,
sobre a qual desejamos falar, mas não a extingais; bebei, mas não vos sacieis.
Chama-nos a si a fonte viva, a fonte da vida e diz: Quem tem sede venha a mim e
beba (Jo 7,37).
Entendei o que bebeis. Diga-vos Jeremias, diga-vos a própria
fonte: Abandonaram-me a mim, fonte de água viva, diz o Senhor (Jr 2,13). O
próprio Senhor, nosso Deus, Jesus Cristo, é a fonte da vida; por isso nos
convida a irmos a ele, fonte, para o bebermos. Bebe-o quem ama; bebe quem se
sacia com a palavra de Deus; quem muito ama, muito deseja; bebe quem arde de
amor pela sabedoria.
domingo, 27 de agosto de 2017
A prefiguração de um mundo novo
Não conhecemos o tempo em que se consumirão a terra e a
humanidade nem o modo por que se transformará o mundo. Na verdade, passa a
figura deste mundo deformada pelo pecado, porém, Deus nos revelou preparar nova
habitação e nova terra onde mora a justiça; e sua felicidade cumulará e
superará todo desejo de paz que sobe ao coração dos homens. Então, vencida a
morte, ressuscitarão os filhos de Deus em Cristo, e aquilo que foi semeado na
fraqueza e na corrupção, se revestirá de incorrupção; sempre vivas a caridade e
suas obras, toda a criação, que para o homem Deus criou, será liberta da
escravidão da vaidade.
sábado, 26 de agosto de 2017
Cristo por seu sangue reconciliou o mundo com Deus - Santo Ambrósio
Se Cristo reconciliou o mundo com Deus, então não
necessitava ele de reconciliação. Por qual pecado seu expiaria, se não conheceu
pecado algum? E ainda, ao pedirem os judeus a didracma (Moeda de prata) que, pela lei, se dava pelo pecado, disse
a Pedro: Simão, de quem os reis da terra recebem tributos ou impostos, de seus
filhos ou dos estranhos? Respondeu Pedro: Dos estranhos, e o Senhor: Logo, os
filhos estão livres. Mas para não lhes causarem embaraço, lança o anzol e tira
o primeiro peixe que apanhar, abre-lhe a boca e encontrarás um estáter (moeda
de ouro); toma-o e paga-o por mim e por ti (Mt 17,25-27).
Demonstrou, assim, não ser obrigado à expiação de pecados;
não era servo do pecado, mas livre de todo ero o Filho de Deus. O filho
liberta, o servo é réu. Logo, livre de tudo, não tem ele de dar o preço de
redenção de sua alma; o preço de seu sangue pode derramar-se pelo universo para
redimir o pecado de todos. Com justiça liberta a outros, quem nada deve por si.
quinta-feira, 24 de agosto de 2017
A fraqueza de Deus é mais forte que os homens - São João Crisóstomo
Por meio de homens ignorantes a cruz persuadiu, e mais,
persuadiu a terra inteira. Não falava de coisas sem importância, mas de Deus,
da verdadeira religião, do modo de viver o Evangelho e do futuro juízo.
De
incultos e ignorantes fez amigos da sabedoria. Vê como a loucura de Deus é mais
sábia que os homens e a fraqueza, mais forte.
De que modo mais forte? Cobriu toda a terra, cativou a todos
por seu poder. Sucedeu exatamente o contrário do que pretendiam aqueles que
tentavam apagar o nome do Crucificado. Este nome floresceu e cresceu
enormemente. Mas seus inimigos pereceram em ruína total. Sendo vivos, lutando contra
o morto, nada conseguiram. Por isso, quando o grego me chama de morto,
mostra-se totalmente insensato, pois eu, que a seus olhos passo por ignorante,
me revelo mais sábio que os sábios. Ele, tratando-me de fraco, dá provas de ser
o mais fraco. Tudo o que, pela graça de Deus, souberam realizar aqueles
publicanos e pescadores, os filósofos, os reis, numa palavra, todo o mundo
perscrutando inúmeras coisas, nem mesmo puderam imaginar.
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